Professor da UFPE comenta célula sintética

Professor do Departamento de Genética da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Sergio Crovella (à esquerda) compara a obtenção da célula sintética, anunciada na última edição da revista americana Science, com o domínio do ser humano de fazer um livrinho, assim como faz a natureza ao juntar no DNA de todos os seres vivos pares das bases adenina (A), timina (T), guanina (G) e citosina (C). Abaixo, veja declaração do pesquisador enviada por e-mail ao blog: Uma grande descoberta, que vai abrir as portas para novas extraordinárias aplicações nos campos da biotecnologia e da pesquisa básica em biologia. Montar o genoma interno dentro de uma célula é um passo estratégico para dar início a uma nova era da genômica. Agora não somente sabemos o alfabeto do nosso código genético, ou seja, não somente somos capazes de ler nosso livro do genoma, mas também aprendemos a escrever além de pequenos capítulos. Mais: já um livrinho como um genoma de uma bactéria. Estou extremamente feliz pela descoberta. Nosso grupo de geneticistas de Pernambuco, em colaboração com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está preparando um vírus HIV com genoma parcialmente sintético que será testado nos próximos dois anos dentro dos nossos projetos da vacina anti HIV. Será nossa contribuição para reescrever a história da genômica.

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