Suape recebe contêiner com lixo

Publicado no Jornal do Commercio, em 12.10.2011. Fotos: Receita Federal. Três dias após a Polícia Federal e a Receita Federal fazerem a maior apreensão de cocaína da história do Nordeste - mais de 500 quilos da droga foram achados disfarçados em meio a uma carga de gesso, no Porto de Suape, Litoral Sul - outro problema foi constatado em cargas que chegaram ao mesmo porto. Na terça-feira (11) à tarde a Receita apreendeu um contêiner vindo dos Estados Unidos com lixo hospitalar. A carga estava identificada na documentação de importação como tecidos com defeito e seria enviada Santa Cruz do Capibaribe, um dos municípios do Agreste pernambucano que compõem o polo têxtil da região. Ao realizarem a inspeção, os auditores fiscais da Receita Federal constataram que, na verdade, o que havia dentro do contêiner eram lençóis sujos, seringas e luvas usadas, entre outros objetos. A partir de então, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi chamada para fazer a análise e conferência do material. Ao final do trabalho, previsto para ser concluído ainda esta semana, a Anvisa deve fornecer um laudo oficial que possibilitará à Receita Federal tomar as medidas cabíveis em relação aos envolvidos no processo de importação fraudulenta. De acordo com a assessoria de comunicação da Receita, ainda não é possível prever que tipo de punição será aplicada aos responsáveis pelo transporte da carga. A entidade garantiu, no entanto, que a imprensa deverá ser avisada assim que a Anvisa concluir a análise do material, se houver novidades. O nome da empresa responsável pelo transporte do contêiner não foi divulgado para não atrapalhar as investigações. O contêiner com lixo hospitalar foi lacrado ao final da tarde de ontem, para evitar problemas de infecção, já que o material está contaminado.

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