Transnordestina diz que usa dormentes de concreto, e não mais de madeira

A Companhia Siderúrgica Nacional informa, por meio de nota, que não utiliza dormentes de madeira, e sim, de concreto, na etapa atual da construção da ferrovia Transnordestina. O texto é uma resposta a post publicado neste blog. Abaixo, veja na íntegra a nota: 1- A Nova Transnordestina, é construída com dormentes de concreto, nos casos em que for necessária a utilização de dormentes de madeira, serão todos em madeira certificada, até porque estamos utilizando recursos públicos e os nossos contratos com bancos oficiais, jamais permitiriam a utilização de madeira de origem desconhecida; 2- Na manutenção da malha atual, utilizamos há mais de quatro anos, 95% dormentes de eucalipto, os 5% de madeira de lei, são provenientes de mata de manejo e certificadas pelo Ibama, nenhuma proveniente do Piauí, Ceará ou Pernambuco, estados onde estamos construindo a Nova Transnordestina. Temos toda documentação para comprovar as informações acima. Abaixo, veja matéria sobre autuação do Ibama na etapa inicial da obra, quando se usava, sim, dormentes de madeira, publicada no Jornal do Commercio, em 18/05/2005 Grupo autuado por corte de árvores sob risco de extinção Fiscais do Ibama autuaram ontem à tarde em Petrolina, Sertão de Pernambuco, dez homens que faziam o corte seletivo de baraúna, espécie da caatinga ameaçada de extinção. Os agricultores foram multados em R$ 800 cada e conduzidos à delegacia da cidade, onde informaram que a madeira seria utilizada na construção da ferrovia Transnordestina. O analista ambiental do Ibama Josenilton José dos Santos informa que mais de cem baraúnas foram derrubadas com motosserras, no Sítio Belo Jardim. A forma como a madeira estava sendo cortada, segundo Josenilton, é compatível com a informação dos agricultores de que o destino seria a ferrovia. As toras têm a feição de dormentes, atesta. Onze fiscais participaram da ação, intitulada Operação Baraúna, iniciada segunda-feira e que conta com o apoio de um helicóptero. A aeronave, no entanto, não foi utilizada na fiscalização de ontem. Foram presos Wellington Souza, 43 anos, José Renato Pereira da Silva, 18, Jonh Fabrício Carvalho Landim, 23, Francisco Paulo Alves Lima, 22, José Francisco Gomes, 25, Jeová Alves Landim, 28, Joaquim Landim Neto, 29, Antônio Alves da Silva, 24, Francisco Gabriel das Neves, 41, e Sebastião da Silva, 24. Eles vão responder ao processo em liberdade e podem ser condenados a três meses a um ano de detenção.

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